domingo, 29 de novembro de 2015

Utilizando o Super Bonder - Edição de Natal

Aqui é uma postagem mais visual que textual. Apenas algumas dicas do uso do Super Bonder (que se ler as instruções, dá na mesma).

Vamos lá! Superfícies limpas é chover no molhado. Apenas quero dizer que o ideal é que, quando quebrar algo seu que você vá querer colar, não coloca a mão! As partes não vão voltar sozinha se você ficar esfregando. Portanto, uma superfície "virgem", recém quebrada, é a melhor superfície para ser colada que há.

No meu caso foi uma imagem natalina de cerâmica. Pede um Super Bonder, não é?
Minha pequena filha, Giovana, uma pessoa calma e quieta... olha a carinha dela de quietinha #sqn

O pequeno anjo... lindinha do pai! :*
Ocorre que ela foi testar a dureza da imagem no chão, e o chão era mais duro.



A peça se partiu em três partes, o que já é uma ajuda. Bom mesmo é você se deparar com uma peça destas em 30 partes... (faz de conta que não viu as panelas ali no fundo).


Nosso precioso salvador. Um tubo novo. Sempre com o bico aplicador em perfeitas condições.


Um parênteses: Sempre vi e sempre guardei na geladeira. A fábrica recomenda local fresco. Não vi nada dizendo "super fresco".


Aqui um bom sinal, a peça não quebrou as bordas que ficaram com quinas vivas. Essa é a melhor quebra que você pode conseguir. Não ficam os pedaços faltando e aquela emenda que fica gritando chamando para você olhar pra ela.


Quinas bem vivas são sinal de bom acabamento da peça depois de colada.


Note que a quebra foi bem recente e a superfície está perfeita sem contaminação das mãos ou outra sujeira.


Escolhi uma superfície bem plana e sem sujeira (acho). Isto ajuda a nivelar as partes coladas da base e não contamina a área a ser colada.

Decidi por colar a base primeiro. Note como fica difícil de achar a linha da quebra na parte de cima. Isto deve-se principalmente à pintura e aos detalhes que mascaram a rachadura.

Tente não apertar o tubo da cola. Apenas pequenas batidinhas do bico para baixo na superfície a ser colada, são suficientes para deixar pequenas e suficientes gotas da cola.

Já por baixo, além da etiqueta deste tigre asiático, podemos ver a linha da quebra.

Apenas alguns segundos e a cola já apresentou forte adesão, criando uma unidade entre as duas partes deixando pronto para a próxima etapa.

Esta questão do tempo necessário, acredito que algo em torno de 20s fazendo pressão, são suficientes para ter uma boa coesão.

Com a Nossa Senhora já colada, a peça com alguns segundos, já pode ser manuseada sem problemas.


Outra coisa que fala na embalagem mas ninguém (que eu conheça) se lembra ou sabe. O tal papel é uma mão na roda mesmo. Passei no bico logo após o uso e ele ficou limpo como novo. Sem aquele excesso de cola que futuramente causa os transtornos para reutilizar o tubo.

Outra ação que eu tive foi dar pequenas batidinhas no tubo em pé na bancada para a cola descer de volta para o tubo, evitando ficar no bico e endurecer.

E aqui nossa peça concluída e sem sinais aparentes da tragédia à qual foi submetida. O Natal está salvo!!!

 De volta ao seu local de trabalho, aproveito para desejar a todos um maravilhoso e feliz Natal.

Deus esteja sempre com todos nós!!

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